How to Read a Traceroute: Every Hop, Every Asterisk, and When a Route Is Abnormal
2026-09-05 · undefined min
A traceroute answers the question that ping cannot: not just whether a destination is reachable, but which path the traffic takes to get there. It lists every router your packets pass through, one line at a time, with a round-trip time for each. The output looks like a simple numbered list, but each line is a clue about where on the internet your traffic slows down or stops.
The short version: read the latency, be skeptical of the asterisks, and notice when a hop looks private or repeats. Those three observations solve most routing questions.
1988
Traceroute is invented
Van Jacobson writes the first traceroute, using the TTL field to force routers to reveal themselves one hop at a time.
1990s
TTL-based probing becomes standard
The technique is formalized and built into every major OS, becoming the default tool for tracing network paths.
2000s
Modern networks complicate the picture
Load balancing, MPLS and tunnels make routes less linear, and many routers stop answering trace probes entirely.
Today
Reading routes with skepticism
Asterisks and silent hops are now so common that reading a traceroute means knowing which hops are trustworthy and which are not.
What each hop is telling you
Each numbered line is one router along the path. The first hops are almost always your own network - your router, then your ISP's edge. The middle hops are the long haul across the internet, and the final hops are the destination's network. The round-trip time on each line is how long a probe took to get to that router and come back.
Latency generally increases with distance, so a few extra milliseconds per hop is normal. A sudden jump - say, from 5ms to 90ms between two adjacent hops - often means the packets crossed a long distance, a congested peering point, or a different network entirely.
The asterisks: what a silent hop means
You will see asterisks (`* * *`) in place of a latency. This does not mean the route is broken. Many routers are configured to drop traceroute probes for security or to reduce load, so they simply do not answer. A missing reply is common and often tells you nothing about the health of the route.
A single asterisked hop between two responding hops is usually harmless. What matters is a pattern: if the destination itself returns asterisks but your traffic still works, the path is fine and the last router just does not answer probes. If the destination shows asterisks and traffic is broken, the silence is at the endpoint, not the path.
Traceroute reveals the path hop by hop, unlike a single ping which measures only the round trip to the destination.
Private, repeated and odd hops
You may see private addresses (like 192.168.x.x or 10.x.x.x) in the middle of a route. That is normal inside carrier networks using private addressing internally, or through a VPN. Seeing your own private address at the first hop is expected; seeing a private address deep in the route is a sign you are inside a tunnel or an ISP using carrier-grade NAT.
Repeated addresses are another clue. A router appearing twice in a row usually means load balancing between two paths, not a loop. A genuine loop - the same few addresses repeating endlessly until the traceroute hits its hop limit - is the real anomaly, and it means routing is broken.
When the route is actually abnormal
A traceroute is abnormal when the destination shows a high, consistent latency but the route between hops is clean, or when the route stops at a particular hop and never reaches the destination. The first case points to congestion or a slow server; the second points to a block or a failure at that specific hop.
The key is to compare the traceroute with the actual outcome. If the route looks clean but your connection is slow, the problem is not the path - it is the destination or your own network. If the route stops and traffic fails, the problem is at the last responding hop or beyond it.
Em resumo
A traceroute is a map, not a verdict. Read the latency for clues, distrust the asterisks, and use the path to narrow the problem. Combined with a ping to the destination, it will tell you whether the fault is yours, your provider's, or the destination's - and where exactly it lives.
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Ping
Envia solicitações ICMP echo a um host para verificar sua acessibilidade e latência.
Insira um nome de host ou endereço IP e clique em Ping para enviar solicitações ICMP echo e medir a latência de ida e volta.
Saiba mais sobre Ping
O que é
O Ping envia pacotes ICMP Echo Request a um host e mede quanto tempo demoram a voltar os pacotes ICMP Echo Reply. É o teste de conectividade de rede mais básico que existe: responde exatamente a uma pergunta, "esta máquina está acessível, e com que rapidez?". O protocolo ICMP (RFC 792) foi concebido em 1981 especificamente para transportar mensagens de controlo e diagnóstico em redes IP, à margem de qualquer tráfego de aplicação - o Ping é a sua implementação mais conhecida e universalmente disponível, presente praticamente em todos os sistemas operativos e dispositivos de rede desde as suas primeiras versões.
Como funciona
Cada pacote ICMP transporta um campo TTL (Time To Live) que é decrementado em um em cada router que atravessa; se chegar a zero antes de alcançar o destino, o pacote é descartado e um erro é enviado de volta ao remetente. O tempo de ida e volta (RTT), medido em milissegundos, reflete a latência de rede acumulada ao longo de todo o trajeto, não apenas a última etapa junto ao destino - um ponto muitas vezes mal interpretado, já que um resultado de ping lento pode ter a sua causa em qualquer ponto do trajeto, não necessariamente junto ao servidor testado. Um ping normalmente envia vários pacotes seguidos em vez de apenas um, o que permite distinguir um pico de latência pontual de um problema recorrente e calcular uma taxa de perda de pacotes sobre a amostra.
Interpretar os resultados
Um RTT baixo e estável - alguns milissegundos numa rede local, entre 10 e 50 ms para um destino dentro do mesmo país, e notavelmente mais para uma ligação intercontinental - indica uma ligação saudável. Mesmo uma pequena perda de pacotes (acima de 1-2%) é particularmente prejudicial para usos sensíveis à latência, como VoIP ou sessões remotas interativas, onde cada pacote perdido se manifesta como um corte ou uma falha audível. Uma latência muito variável de um pacote para o outro (jitter) é frequentemente, para estes mesmos usos, mais problemática do que uma latência elevada mas perfeitamente estável. "Tempo limite excedido" significa que não chegou nenhuma resposta dentro do prazo previsto - o host pode estar realmente em baixo, uma firewall pode estar a bloquear silenciosamente o ICMP, ou pode haver uma rota quebrada algures no trajeto; "Destino inacessível" é diferente e mais informativo: um router intermédio enviou explicitamente uma mensagem a dizer que não conseguiu reencaminhar o pacote, o que ajuda a delimitar onde está realmente o problema.
Erros comuns
O erro de interpretação mais comum é concluir que um host está "em baixo" assim que um ping falha, quando na verdade muitos servidores e dispositivos - especialmente atrás de uma firewall bem configurada, ou alojados em grandes fornecedores cloud - bloqueiam deliberadamente o ICMP de entrada por política, estando totalmente operacionais e acessíveis nos seus serviços reais (HTTP, uma base de dados, etc.). A ausência de resposta a um ping só é uma evidência significativa de indisponibilidade quando combinada com outros sinais, como a própria aplicação também não responder. Inversamente, um ping bem-sucedido não garante de forma alguma que o serviço de aplicação alojado nessa máquina esteja a funcionar corretamente - são duas camadas da pilha de rede totalmente independentes.
Quando usar
A primeira coisa a verificar antes de escalar um ticket: a máquina sequer responde, antes de investigar mais a fundo? Confirmar a conectividade após uma alteração de regra de firewall ou de tabela de encaminhamento, para garantir que a alteração não quebrou o acesso. Estabelecer uma medição de latência de referência antes de um lançamento de VoIP ou de um failover de ligação de operadora, para haver um ponto de comparação objetivo se surgirem queixas sobre a qualidade das chamadas mais tarde. Uma verificação de estado periódica e leve para um MSP que monitoriza vários sites de clientes em paralelo, sempre como complemento - nunca como substituto - de uma monitorização mais profunda ao nível da aplicação.
Traceroute
Rastreia o caminho de rede (salto a salto) até um host de destino.
Insira um nome de host ou endereço IP e execute para ver cada salto de rede entre este servidor e o destino, com a latência de cada salto.
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Whois
Consulta as informações de registro de um domínio ou endereço IP.
Insira um domínio ou endereço IP para consultar seus dados de registro: registrador, organização proprietária e datas importantes.
Verificação de lista negra
Verifica se um endereço IP ou domínio está listado em listas negras públicas de spam/abuso (DNSBL).
Insira um endereço IPv4 ou domínio e execute para verificar 7 listas negras (DNSBL/RBL) públicas de uma vez - cada uma aparece como listada, não listada ou falha na verificação.
Varredura de portas TCP
Verifica se as portas TCP estão abertas em um host ou IP: portas comuns, uma lista personalizada, ou o intervalo completo 1-65535.
Insira um host ou IP, escolha portas comuns, uma lista personalizada ou o intervalo completo, e escaneie para ver quais portas TCP respondem.
Uma varredura completa pode levar até ~100 segundos. Varreduras grandes (mais de 100 portas, incluindo intervalos/listas personalizados) são limitadas a 1 por minuto por visitante.
Portas abertas (0)
Inspetor de cabeçalhos HTTP
Obtém o status da resposta HTTP e os cabeçalhos de uma URL.
Insira uma URL para obter seu código de status HTTP e todos os cabeçalhos de resposta enviados pelo servidor.
Verificador de certificado SSL / TLS
Inspeciona o certificado TLS de um host: emissor, datas de validade e dias restantes.
Insira um nome de host para inspecionar seu certificado TLS: emissor, datas de validade e dias restantes até expirar.
Geolocalização de IP
Consulta a localização geográfica e as informações de rede de um endereço IP. Deixe em branco para consultar seu próprio IP público.
Insira qualquer endereço IP, ou deixe em branco para consultar o seu, para ver sua localização aproximada e informações de rede/ISP.
Calculado inteiramente no seu navegador — nenhum dado é enviado ao servidor.
Insira um endereço IP e um prefixo CIDR (ex.: 192.168.1.0/24) para calcular instantaneamente o intervalo de rede, o endereço de broadcast e o número de hosts utilizáveis.
Teste de velocidade
Teste básico de velocidade de download/upload em relação a este servidor (a precisão depende da própria conexão do servidor).
Clique em Iniciar para medir a velocidade de download e upload em relação a este servidor. A precisão depende da própria conexão deste servidor.
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Estado da rede móvel na França
Antenas móveis fora de serviço ou em manutenção na França, por operadora (Orange, Free, SFR, Bouygues Telecom), com base em dados públicos da Arcep. Instantâneo atualizado uma vez por dia - não é um fluxo em tempo real.
Consulte os dados de falhas de antenas móveis e fibra por operadora francesa — nenhuma entrada necessária, atualizado automaticamente a partir dos dados públicos da Arcep.
Fonte: Arcep, conjunto de dados «Sites indisponibles», publicado sob Licença Aberta / Etalab 2.0 - reutilização comercial explicitamente permitida, ao contrário dos dados IODA/CAIDA usados antes. O selo Normal/Vigilância/Alerta é uma estimativa própria (falhas de hoje vs. mediana dos dias anteriores), não uma classificação oficial da Arcep. Links de origem abaixo.
Departamentos mais afetados
Número de sites atualmente fora de serviço ou em manutenção, por departamento. Clique num operador acima para filtrar.
Qualidade da rede de fibra (FTTH) por operadora: taxa de falhas reportadas e taxa de falhas de ligação, com base em dados públicos da Arcep. Indicadores mensais, média móvel de 6 meses - não é um fluxo em tempo real como a secção móvel.
Fonte: Arcep, conjunto de dados «Qualité des réseaux en fibre optique», publicado sob Licença Aberta / Etalab 2.0 - reutilização comercial explicitamente permitida. Links de origem abaixo.
Por operadora (grupo controlador)
Médias dos últimos 6 meses disponíveis, por grupo controlador do operador de infraestrutura.
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