IPv4 vs IPv6: Address Exhaustion, NAT and How to Diagnose Both
2026-09-05 · undefined min
The internet runs on two versions of the IP protocol. IPv4, the older one, has been the foundation of networking for decades and still carries most traffic. IPv6 is its successor, designed to solve the central problem that has shaped modern networking: IPv4 addresses are a finite, exhausted resource. Both run in parallel today, and understanding how they differ is essential for anyone who diagnoses networks.
The differences go beyond the length of an address. IPv4 uses 32-bit addresses, which gives about 4.3 billion possible addresses - nowhere near enough for every device. IPv6 uses 128-bit addresses, providing a practically limitless pool. This change, and the workarounds it forced, explains NAT, address complexity and much of the confusion you encounter when troubleshooting.
1981
IPv4 is standardized
RFC 791 defines the 32-bit addressing scheme that will carry the internet, with roughly 4.3 billion addresses.
1998
IPv6 is introduced
RFC 2460 defines the 128-bit successor, aiming to solve the impending address shortage with an effectively unlimited pool.
2011
The IPv4 pool runs out
The Internet Assigned Numbers Authority allocates the last IPv4 address blocks, accelerating the transition to IPv6.
2020s
IPv6 becomes mainstream
Major ISPs, cloud providers and operating systems enable IPv6 by default, and it carries a growing share of global traffic.
The fundamental difference: address space
The core difference between IPv4 and IPv6 is the size of their address space. IPv4 uses 32-bit addresses, written as four decimal numbers separated by dots, such as 192.168.1.1. This gives about 4.3 billion unique addresses. IPv6 uses 128-bit addresses, written as eight groups of hexadecimal digits separated by colons, which yields an effectively unlimited number of addresses.
This difference is not cosmetic. The exhaustion of IPv4 addresses forced the development of techniques like NAT and address sharing, which add complexity and break end-to-end connectivity. IPv6 was designed from the ground up with enough addresses for every device to have a globally routable address, removing the need for those workarounds.
How IPv4 addresses ran out
IPv4 was designed in the early 1980s, when the internet was a research network with a few hundred computers. Nobody anticipated billions of devices. By the 1990s it became clear that 4.3 billion addresses would not suffice, and measures like subnetting, CIDR and private address ranges were introduced to delay the exhaustion.
The private ranges - 10.0.0.0/8, 172.16.0.0/12 and 192.168.0.0/16 - are the foundation of home and office networks. They are reused everywhere, and Network Address Translation (NAT) maps them to a single public address. NAT allowed the internet to keep growing, but it introduces complexity, breaks some peer-to-peer connections, and is one of the most common sources of troubleshooting headaches.
The 32-bit IPv4 format compared with the 128-bit IPv6 format.
Reading and diagnosing IPv4 and IPv6
The two address formats demand different habits. An IPv4 address is easy to recognize and commonly appears in logs, while IPv6 addresses are long, include hexadecimal letters, and often contain long runs of zeros that can be compressed. Correctly interpreting them is the first step in diagnosing connectivity problems, since a missing bracket in a URL or a wrong prefix will break a connection.
Diagnosing also means checking whether IPv6 is actually in use. Many networks have both stacks running, and a failure in one can go unnoticed while the other still works. Tools like ping, traceroute and ipconfig or ip addr reveal which address family is active, and whether a host has an IPv6 address, a default gateway, or is falling back to IPv4.
What the transition means for you
For most users, IPv6 is invisible: their operating system, router and ISP handle both protocols automatically. The practical impact shows up when things break. A service that only listens on IPv4 may be unreachable over an IPv6-only connection, and some networks fail to route IPv6 correctly, causing delays and connectivity that silently falls back.
The takeaway is to treat IPv4 and IPv6 as two separate networks that must both work. When troubleshooting, check both address families, verify routing and DNS resolution for each, and remember that a symptom on one version does not prove the other is healthy.
Em resumo
IPv4 and IPv6 are two networks sharing one internet. Knowing how their addresses differ, why NAT exists, and how to check both families turns confusing failures into clear, fixable problems.
Seu endereço IP público e localização de rede, detectados automaticamente.
Carrega automaticamente ao abrir o NetChecks — não é necessário inserir nada. Use o botão Atualizar após trocar de rede ou reconectar a VPN.
Seu navegador
Verificação tudo-em-um
Executa todas as verificações relevantes em um IP ou nome de host em uma única passagem: DNS, whois, ping, traceroute, uma varredura de portas conhecidas (1-1024), cabeçalhos HTTP e o certificado SSL.
Insira um domínio ou endereço IP e execute para verificar DNS, whois, ping, traceroute, portas comuns, cabeçalhos HTTP e o certificado SSL de uma só vez.
A maioria das verificações é executada em paralelo - normalmente termina em cerca de 30 segundos, mais se o alvo for lento ou inacessível.
A etapa de varredura de portas só é executada quando a caixa de consentimento acima estiver marcada - todas as outras verificações são executadas de qualquer forma.
Ping
Envia solicitações ICMP echo a um host para verificar sua acessibilidade e latência.
Insira um nome de host ou endereço IP e clique em Ping para enviar solicitações ICMP echo e medir a latência de ida e volta.
Saiba mais sobre Ping
O que é
O Ping envia pacotes ICMP Echo Request a um host e mede quanto tempo demoram a voltar os pacotes ICMP Echo Reply. É o teste de conectividade de rede mais básico que existe: responde exatamente a uma pergunta, "esta máquina está acessível, e com que rapidez?". O protocolo ICMP (RFC 792) foi concebido em 1981 especificamente para transportar mensagens de controlo e diagnóstico em redes IP, à margem de qualquer tráfego de aplicação - o Ping é a sua implementação mais conhecida e universalmente disponível, presente praticamente em todos os sistemas operativos e dispositivos de rede desde as suas primeiras versões.
Como funciona
Cada pacote ICMP transporta um campo TTL (Time To Live) que é decrementado em um em cada router que atravessa; se chegar a zero antes de alcançar o destino, o pacote é descartado e um erro é enviado de volta ao remetente. O tempo de ida e volta (RTT), medido em milissegundos, reflete a latência de rede acumulada ao longo de todo o trajeto, não apenas a última etapa junto ao destino - um ponto muitas vezes mal interpretado, já que um resultado de ping lento pode ter a sua causa em qualquer ponto do trajeto, não necessariamente junto ao servidor testado. Um ping normalmente envia vários pacotes seguidos em vez de apenas um, o que permite distinguir um pico de latência pontual de um problema recorrente e calcular uma taxa de perda de pacotes sobre a amostra.
Interpretar os resultados
Um RTT baixo e estável - alguns milissegundos numa rede local, entre 10 e 50 ms para um destino dentro do mesmo país, e notavelmente mais para uma ligação intercontinental - indica uma ligação saudável. Mesmo uma pequena perda de pacotes (acima de 1-2%) é particularmente prejudicial para usos sensíveis à latência, como VoIP ou sessões remotas interativas, onde cada pacote perdido se manifesta como um corte ou uma falha audível. Uma latência muito variável de um pacote para o outro (jitter) é frequentemente, para estes mesmos usos, mais problemática do que uma latência elevada mas perfeitamente estável. "Tempo limite excedido" significa que não chegou nenhuma resposta dentro do prazo previsto - o host pode estar realmente em baixo, uma firewall pode estar a bloquear silenciosamente o ICMP, ou pode haver uma rota quebrada algures no trajeto; "Destino inacessível" é diferente e mais informativo: um router intermédio enviou explicitamente uma mensagem a dizer que não conseguiu reencaminhar o pacote, o que ajuda a delimitar onde está realmente o problema.
Erros comuns
O erro de interpretação mais comum é concluir que um host está "em baixo" assim que um ping falha, quando na verdade muitos servidores e dispositivos - especialmente atrás de uma firewall bem configurada, ou alojados em grandes fornecedores cloud - bloqueiam deliberadamente o ICMP de entrada por política, estando totalmente operacionais e acessíveis nos seus serviços reais (HTTP, uma base de dados, etc.). A ausência de resposta a um ping só é uma evidência significativa de indisponibilidade quando combinada com outros sinais, como a própria aplicação também não responder. Inversamente, um ping bem-sucedido não garante de forma alguma que o serviço de aplicação alojado nessa máquina esteja a funcionar corretamente - são duas camadas da pilha de rede totalmente independentes.
Quando usar
A primeira coisa a verificar antes de escalar um ticket: a máquina sequer responde, antes de investigar mais a fundo? Confirmar a conectividade após uma alteração de regra de firewall ou de tabela de encaminhamento, para garantir que a alteração não quebrou o acesso. Estabelecer uma medição de latência de referência antes de um lançamento de VoIP ou de um failover de ligação de operadora, para haver um ponto de comparação objetivo se surgirem queixas sobre a qualidade das chamadas mais tarde. Uma verificação de estado periódica e leve para um MSP que monitoriza vários sites de clientes em paralelo, sempre como complemento - nunca como substituto - de uma monitorização mais profunda ao nível da aplicação.
Traceroute
Rastreia o caminho de rede (salto a salto) até um host de destino.
Insira um nome de host ou endereço IP e execute para ver cada salto de rede entre este servidor e o destino, com a latência de cada salto.
Insira um domínio, escolha um tipo de registro (A, AAAA, MX, TXT, NS, CNAME, SOA, PTR, SRV ou CAA) e faça a consulta.
Whois
Consulta as informações de registro de um domínio ou endereço IP.
Insira um domínio ou endereço IP para consultar seus dados de registro: registrador, organização proprietária e datas importantes.
Verificação de lista negra
Verifica se um endereço IP ou domínio está listado em listas negras públicas de spam/abuso (DNSBL).
Insira um endereço IPv4 ou domínio e execute para verificar 7 listas negras (DNSBL/RBL) públicas de uma vez - cada uma aparece como listada, não listada ou falha na verificação.
Varredura de portas TCP
Verifica se as portas TCP estão abertas em um host ou IP: portas comuns, uma lista personalizada, ou o intervalo completo 1-65535.
Insira um host ou IP, escolha portas comuns, uma lista personalizada ou o intervalo completo, e escaneie para ver quais portas TCP respondem.
Uma varredura completa pode levar até ~100 segundos. Varreduras grandes (mais de 100 portas, incluindo intervalos/listas personalizados) são limitadas a 1 por minuto por visitante.
Portas abertas (0)
Inspetor de cabeçalhos HTTP
Obtém o status da resposta HTTP e os cabeçalhos de uma URL.
Insira uma URL para obter seu código de status HTTP e todos os cabeçalhos de resposta enviados pelo servidor.
Verificador de certificado SSL / TLS
Inspeciona o certificado TLS de um host: emissor, datas de validade e dias restantes.
Insira um nome de host para inspecionar seu certificado TLS: emissor, datas de validade e dias restantes até expirar.
Geolocalização de IP
Consulta a localização geográfica e as informações de rede de um endereço IP. Deixe em branco para consultar seu próprio IP público.
Insira qualquer endereço IP, ou deixe em branco para consultar o seu, para ver sua localização aproximada e informações de rede/ISP.
Calculado inteiramente no seu navegador — nenhum dado é enviado ao servidor.
Insira um endereço IP e um prefixo CIDR (ex.: 192.168.1.0/24) para calcular instantaneamente o intervalo de rede, o endereço de broadcast e o número de hosts utilizáveis.
Teste de velocidade
Teste básico de velocidade de download/upload em relação a este servidor (a precisão depende da própria conexão do servidor).
Clique em Iniciar para medir a velocidade de download e upload em relação a este servidor. A precisão depende da própria conexão deste servidor.
Dicionário de códigos de país
Códigos de país ISO 3166-1 alfa-2 — pesquisa feita inteiramente no seu navegador.
Pesquise ou navegue pela lista de códigos de país ISO 3166-1 alfa-2, consultada inteiramente no seu navegador.
País
Código ISO
Dicionário de códigos telefônicos
Códigos de discagem internacional por país — pesquisa feita inteiramente no seu navegador.
Pesquise ou navegue pelos códigos telefônicos internacionais por país, consultados inteiramente no seu navegador.
País
Código
Relógio mundial
Escolha um fuso horário para ver a hora atual — arraste o globo para girá-lo.
Escolha um fuso horário na lista, ou arraste o globo, para ver a hora atual nesse local.
Sua hora
--:--:--
—
—
Hora selecionada
--:--:--
—
—UTC±00:00
Diferenca em relacao a voce—
—
Arraste para girar o globo.
Estado da rede móvel na França
Antenas móveis fora de serviço ou em manutenção na França, por operadora (Orange, Free, SFR, Bouygues Telecom), com base em dados públicos da Arcep. Instantâneo atualizado uma vez por dia - não é um fluxo em tempo real.
Consulte os dados de falhas de antenas móveis e fibra por operadora francesa — nenhuma entrada necessária, atualizado automaticamente a partir dos dados públicos da Arcep.
Fonte: Arcep, conjunto de dados «Sites indisponibles», publicado sob Licença Aberta / Etalab 2.0 - reutilização comercial explicitamente permitida, ao contrário dos dados IODA/CAIDA usados antes. O selo Normal/Vigilância/Alerta é uma estimativa própria (falhas de hoje vs. mediana dos dias anteriores), não uma classificação oficial da Arcep. Links de origem abaixo.
Departamentos mais afetados
Número de sites atualmente fora de serviço ou em manutenção, por departamento. Clique num operador acima para filtrar.
Qualidade da rede de fibra (FTTH) por operadora: taxa de falhas reportadas e taxa de falhas de ligação, com base em dados públicos da Arcep. Indicadores mensais, média móvel de 6 meses - não é um fluxo em tempo real como a secção móvel.
Fonte: Arcep, conjunto de dados «Qualité des réseaux en fibre optique», publicado sob Licença Aberta / Etalab 2.0 - reutilização comercial explicitamente permitida. Links de origem abaixo.
Por operadora (grupo controlador)
Médias dos últimos 6 meses disponíveis, por grupo controlador do operador de infraestrutura.
O NetChecks é fornecido apenas para fins de diagnóstico de rede legítimo e educacionais, em sistemas, domínios e endereços IP que você possui ou está explicitamente autorizado a testar.
Executar varreduras de portas, consultas DNS/whois, traceroutes ou outras verificações contra sistemas de terceiros sem autorização pode violar as leis de uso indevido de computadores da sua jurisdição (por exemplo, o Computer Fraud and Abuse Act nos EUA, a "Loi Godfrain" na França, ou legislação local equivalente). Você é o único responsável por garantir que tem o direito de testar qualquer alvo que inserir aqui.
Este site e seus resultados são fornecidos "como estão", sem garantia de qualquer tipo. O operador deste site não aceita nenhuma responsabilidade por quaisquer danos diretos, indiretos ou consequenciais, consequências legais ou uso indevido decorrentes do uso deste site.
As solicitações têm limite de frequência para evitar abusos. O operador desta instância pode ativar opcionalmente o registro de atividade de solicitações - nesse caso, cada solicitação de ferramenta (seu endereço IP, carimbo de data/hora, a ferramenta usada e o alvo/consulta inserido) pode ser registrada em um banco de dados para fins de segurança, prevenção de abusos e análise de uso; isso está desativado por padrão. Ao usar este site, você concorda com estes termos; se não concordar, não o utilize.
O uso programático (API) deste site está sujeito a estes mesmos termos, incluindo o requisito de autorização acima.
Enviar feedback
Relate um problema, deixe um comentário ou sugira um novo recurso.
Este site exibe anúncios e, se você aceitar, cookies de parceiros publicitários para ajudar a financiar a hospedagem. Você pode recusar e continuar usando todas as ferramentas sem anúncios.